Balanço sucessivo – a técnica que constrói resultados grandiosos.

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O balaço sucessivo é brasileiro! Isso mesmo. A técnica nasceu em território nacional e hoje já ganhou o mundo, sendo utilizada em diversos países na construção de pontes e viadutos, estaiados ou não. A Ponte Emílio Baumgart sobre o Rio Peixe, em Santa Catarina, projeto do engenheiro Emílio Baumgart, foi a primeira obra a utilizar o balanço sucessivo, isso no ano de 1930. Após 20 anos, a técnica chegou à Alemanha. Até hoje, a utilização do método continua a todo vigor, incorporando as tecnologias contemporâneas.

Mas qual a finalidade do balanço sucessivo? O método se encaixa perfeitamente a obras que não possuem apoio do escoramento diretamente no solo e que possuem grandes vãos. As estruturas são então executadas por meio de aduelas, sendo concretadas em etapas a partir de pilares e com o apoio de treliças metálicas. As aduelas podem variar de 3 m a 6 m, pesar de 100 ton a 200 ton e os segmentos podem ser concretados no local ou pré-moldados. Outra vantagem do balanço sucessivo é permitir o avanço de obras sem precisar parar o trânsito.

Segurança e eficiência fazem do balanço sucessivo uma técnica pronta para enfrentar desafios e desempenhar praticidade a serviço de todos os envolvidos no projeto. Considere essa técnica em obras que se encaixem às necessidades descritas!

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